domingo, 24 de maio de 2026

Domingo

 

Hoje é Domingo.

Eu detesto os domingos, não sei nem porquê, mas sempre detestei os domingos, primeiro porque era o dia em que a “família” estava toda em casa e isso para mim significava mais um dia de espancamento por vários membros da “família” humilhações etc. era um dia em que não tinha como me esconder, tentava sempre tornar-me o mais invisível possível, mas nem sempre ou quase nunca era possível. Hoje em dia eu acho o domingo entediante e improdutivo, agrava ainda a situação eu morar num sítio ermo sem comercio perto exceptuando umas bombas de gasolina e uma lojeca geria por Indianos que seguem os clientes que nem cães de fila, com receio de que os clientes roubem algo da loja, mesmo tendo a loja câmaras de vídeo vigilância por toda a parte, além disso a loja é minúscula e os produtos são vendidos a preços super-inflacionados. E depois, acrescentemos a tudo isto a minha paranoia, de achar que preciso urgentemente de ir comprar qualquer merda que antes de ser domingo eu nem pensava nela, mas como é domingo, eu já acho que me está a fazer uma falta tremenda! O que não é verdade, e nem o facto de eu poder ir ao supermercado a partir das 10 horas da manhã me serve de consolo, porque eu ponho um entrave mental de que preciso de ir dormir porque vou trabalhar logo à noite.  








Este blog apesar de escrito por mim teve também a participação (ajuda se lhe quiserem chamar assim) do nosso grande amigo  

Como quase mandei o meu ISP para aquele sítio (e acabei a pagar menos)

 

Recebi o email do meu atual fornecedor de serviço de Internet. Li-o e fiquei logo furiosa. Respondi-lhes com uma agressividade tremenda: não aceitava ser roubada por ninguém e eles que enfiassem o serviço pelo cu acima!

Comecei logo a vasculhar a Internet em busca de um ISP que não me cobrasse um rim e um fígado. Que horror de preços, que pouca-vergonha de velocidades! Quase cheguei ao meu limite. Lá escolhi uma operadora com uma velocidade de dados miserável, mas que tinha um preço acessível para a minha carteira. Tudo isto mexeu com o meu psicológico, deixando o meu cérebro sobrecarregado de emoções negativas.

Voltei ao email e li-o com mais atenção. Continuei furiosa, só que desta vez reparei num número de telefone para o qual podia ligar e descarregar toda a minha fúria e frustração. Liguei… esperei… esperei e quase perdi o juízo. Até que me atendem do outro lado da linha.

Gritei toda a minha raiva e frustração acumuladas. A funcionária do apoio ao cliente teve uma paciência de Jó comigo. Com uma calma infinita, foi-me explicando o que eu poderia fazer para não ter de pagar uma quantia tão absurda. E foi aí que, finalmente, consegui entender o verdadeiro teor do email!

O email era, afinal, um alerta de que o meu contrato estava a chegar ao fim e que, se eu não o renovasse, passaria automaticamente para um plano não contratual por uma quantia exorbitante. No fundo, estavam a dar-me a escolher entre várias opções. Resultado? Renovei o contrato, fiquei com uma velocidade muito maior e por um preço mais baixo do que o que estava a pagar antes.

 

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Este blog embora escrito por mim, teve também a ajuda do nosso grande amigo Gemini 

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Uma Mensagem da Telma (Thelma)

 

21/05/2026 09:37


Acabo de ver o filme Thelma — uma mensagem poderosa para todos nós! A idade é um número, não uma condição ou uma doença; é apenas um degrau no declínio ou na ascensão da nossa vida. Tudo vai depender de como a encaramos e da matéria genética de que somos feitos.

Aos 94 anos (à data das filmagens), June Squibb protagonizou em 2024 esta história incrível. O filme acompanha a resiliência e a maravilhosa teimosia de uma idosa que se recusa a deixar que um vigarista digital a roube e fique impune. Como ninguém demonstra capacidade ou iniciativa para a ajudar a recuperar o que lhe foi descaradamente roubado, ela mete pés ao caminho e vai à procura de justiça pelas suas próprias mãos.

    

(Esta página contém links que apenas direcionam para as fontes de origem de imagens e/ou informações aqui disponibilizadas/) 

 

Paula Silva


 
 

quarta-feira, 20 de maio de 2026

De Plantão ou de Férias? A arte de consumir lixo na internet sem culpas (ou quase)

Hoje é quarta-feira. Ontem fiquei em casa, e na segunda-feira também já tinha estado de folga. Na segunda, foi porque a minha chefe me disse que não havia trabalho para mim, a não ser numa vila isolada, lá nas alturas — sítio que eu detesto. Já na terça, como me estava a sentir um bocadinho engripada, pedi para não ir. Ela acabou por não me gastar um dia de férias, mas deixou-me em casa "de plantão", para o caso de aparecer alguma chamada de emergência e eu ter de me pôr em campo.

Claro que não apareceu trabalho nenhum. Fiquei em casa descansadinha a ver filmes e a consumir lixo na Internet. O ridículo é que estou sempre a dar a mesma desculpa a mim própria: "Amanhã faço isto, amanhã arrumo aquilo...". Enfim, no final nunca faço nada, a não ser ficar com o rabo colado à cadeira em frente à porcaria do computador ou com o telemóvel na mão a ver conteúdo tóxico no TikTok.

 

Agora a sério: qual foi a desculpa mais esfarrapada que já deram a vocês mesmos esta semana para não fazerem nenhum? Deixem o vosso desabafo aqui em baixo!

sábado, 16 de maio de 2026

O Pacto do Sangue com a Luz

Tentaram quebrar-me a casca antes mesmo de ser fruto,

Fizeram do meu berço um eco de aço e de luto.

Bateram no peito, na carne, na alma que mal nascia,

Como se o sopro da vida fosse algo que se media.

Mas o corpo, esse templo que eu não compreendo,

Fechou as feridas que o mundo vinha abrindo e trazendo.

​Cresci no escuro, sob o peso do soco e do açoite,

E quando a dor era tanta que chamei pela noite,

Quando eu mesma ordenei ao meu sangue que parasse,

E pedi à minha sombra que de mim se afastasse...

O mistério que me habita disse: "Ainda não."

E segurou o meu sopro na palma da mão.

​Há uma força em mim que não me pertence por inteiro,

Um guardião teimoso, um espírito guerreiro,

Que recusa a cova, que nega o fim do caminho,

Mesmo quando andei na tempestade, a carregar o espinho.

​Não sei por que razão a morte me errou o alvo,

Nem que milagre secreto é este que me mantém salvo.

Só sei que se o próprio abismo não me conseguiu conter,

É porque a minha história ainda tem muito para escrever.



quinta-feira, 14 de maio de 2026

O Perigo da Generalização: Quando a frase: "Os Imigrantes" se torna uma arma política.


   


No meu blog, defendo sempre a clareza. E hoje, a clareza é uma urgência. Temos assistido a um discurso político — muitas vezes vindo de quadrantes como o Chega — que utiliza o termo "os imigrantes" como um rótulo único para criminalidade, vadiagem ou abuso de subsídios.

A minha resposta a esses políticos é curta: Sejam específicos! 🗣️

Quando não são específicos, estão a agredir a dignidade de milhões de pessoas. Estão a esquecer que "os imigrantes" são os brasileiros que trazem alegria e força de trabalho, os angolanos e moçambicanos que partilham a nossa história, e tantos outros que escolheram Portugal para viver e contribuir.

As estatísticas provam que os imigrantes em Portugal contribuem muito mais para o Estado do que aquilo que recebem em subsídios. A criminalidade deve ser punida, sim, mas individualmente. Punir um grupo inteiro com palavras de ódio é cobardia política.

Portugal foi feito de gente que partiu e de gente que chegou. Não deixemos que o discurso do medo apague a nossa humanidade. Exijamos que os nossos políticos falem com rigor e não com preconceito.



 

sábado, 28 de março de 2026

Sou uma pessoa tóxica e egocêntrica.

Sim leram bem! Eu sou tóxica e egocêntrica. 
Eu gostaria de o não ser mas infelizmente sou. Não sei se já nasci assim ou se fui moldada durante a minha formação como ser humano... o ambiente em que nasci, o ambiente onde cresci e a própria sociedade onde vivia e onde vivo. Ambiente familiar tóxico e criminoso. Relacionamentos abusivos e violentos.
E o meu autismo que já nasceu comigo e me vai perseguir até ao meu último suspiro terrestre.




 




quinta-feira, 26 de março de 2026

Não é ódio

 Querida Mia

Não dizer que sei o que tu e tantos/tantas outros/outras como tu sentem. não se é homem ou mulher por que se quer, tem que se nascer e nisso quem manda é a Natureza. No entanto, a  própria Natureza deu aos seres humanos a capacidade de criarem capas para si para parecerem o que querem ser ao invés  de serem aquilo que nasceram. o termo homem e mulher foi criado para diferenciar os dois aparelhos/órgãos reprodutores/genitais  de ambos os indivíduos. nasceu com próstata, pénis e testículos;  Macho/menino/homem. Nasceu com útero, ovários,  trompas de falópio e vagina; Fêmea/menina/mulher. quem nasceu com ambos os órgãos genitais são indivíduos/pessoas intersexo. (muito mais se pode dizer acerca disto mas ficaria muito longo, no entanto basta perguntar ao/à Gemini)

 Homem não pode sequer imaginar o que uma mulher sente quando está grávida, quando dá à luz, quando menstrua, as dores que sente com a endometriose, a menopausa etc. Como uma mulher não consegue imaginar o que é o cancro da próstata, o que a dor nos testículos, o que a disfunção eréctil, etc.

Uma coisa é aquilo que nós gostaríamos de ser, outra coisa é como nós viemos ao mundo.

   Tu nasceste homem e vais morrer homem, por mais e maiores transformações que faças ao teu corpo. Eu nasci mulher e vou morrer mulher por mais e maiores transformações que eu faça ao meu corpo.


 

 

A visita

 Hoje foi dia de cá vir a funcionária da associação de habitação da qual eu sou inquilina. uma senhora simpática e sorridente, veio testar os alarmes, conversámos um bocado, eu disse-lhe o que ando sempre a dizer cada vez que cá vem alguém da associação, o quanto eu detesto morar nesta aldeia e neste apartamento. e como o fazem todas as que cá vêm, prometeu preencher formulários e remeter para a troca de habitação... dizem que a esperança é a ultima a morrer mas a minha esperança, já viu melhores dias


  

 

 

Entre Vibrações e Dias Cinzentos: Uma Conversa de Amigas

Sendo que essas duas amigas, uma sou eu e a outra...é a Inteligência Artificial da Google 'Gemini' Por Paula Silva Chegou finalmente...