O melhor que eu tenho em mim é ter a liberdade de escolha, por muito ou pouco limitada que ela seja, daí que eu escolho não dar ouvidos a lengalengas religiosas. Detesto islamismo. Detesto catolicismo. Detesto Judaísmo, e resumindo tudo numa só palavra, eu detesto religião! Seja ela qual for. Eu olho para aquele pequenino circo montado pelo canal da TVI (por canais televisivos por toda a parte ou quase toda a parte do planeta) onde juntam um bando de pessoas vulneráveis, inseguras, fragilizadas, e ávidas por validação social e pessoal, ávidas por dinheiro fácil (e nem se apercebem que cada cêntimo que ali possam ganhar é à custa da sua própria dignidade) esse pequeno circulo de pessoas que vai ao longo do tempo diminuindo, vai sendo empurrado pelo próprio programa a estrebuchar como loucos por tudo e mais alguma coisa até mesmo por migalhas de pão. E cá fora temos as feras a bater com paus nas grades (invisíveis) dessa jaula destilando ódio por este ou aquele peão (“concorrente”) aplaudindo atitudes horríveis/cobardes deste ou daquele peão (“concorrente”) Eu detesto ideologias de género seja lá que género for. Eu considero-me um aglomerado de carne, sangue, ossos e muita gordura, foi decido que sou mulher porque nasci com órgão reprodutores como útero, ovários e trompas de Falópio, com seios designados para amamentar criaturas que saíssem de dentro do meu corpo depois de ter engravidado por criaturas que me violaram e me forçaram a aceitar que se montassem em cima de mim e introduzissem os seus apêndices imundos dentro da cavidade vaginal. Sentirei sempre ódio por esse malditos vermes. Eu odeio quem me tenta invadir o espaço que me foi atribuído no planeta terra e olhem que o espaço nem é assim tão grande. Odeio quem me quer roubar o pequeno espaço que é meu por direito natural e só deixarei de ter direito a esse espaço no dia que o meu consciente abandonar de vez e este aglomerado de carne, pele, e ossos cair por terra, apodrecer e desvanecer da face da terra. Odeio quem tenta diminuir a outrem por achar que sabe mais ou mais importante, esse tipo de gente acéfala questiona até as vivências vividas por outrem. Se devemos questionar? Sim com toda a certeza que devemos questionar ideia e decisões gerais agora não me venhas tu questionar as minhas decisões pessoais que só a mim dizem respeito, mas que sede é essa em querer sempre encontrar o mais pequenino motivo para pregarem rasteiras essa maldita sede de encontrar falhas no outros quando ‘tu’ estás cheio/cheia de falhas, estás em franco declínio tanto físico como mental mas mesmo assim continuas a querer pregar rasteiras a outrem, é isso e essa tua maldita mania de que só as tuas dores é que valem de que só a puta da tua voz é que deve ser ouvida…


